Ontem em mais um capitulo das aventuras no amarelo, estiquei o braço para um sujeito que no começo tudo indicava que não ia dar certo … chovendo, o cara me para no meio da rua e me apressa para entrar … quase dou um “adios”
mas entrei, e para minha tristeza o Santana do sujeito fedia como a maioria deles.
- É impressionante como Santana fede a poeira !!
Mas lá fomos nós … debaixo de chuva, engarrafamento, e coisas do gênero, e depois de alguns silenciosos minutos comecei a puxar assunto e para minha surpresa, descobri que M. o motorista foi uma pragua quando adolescente, coisa que eu não tenho a menor idéia do que seja, e não tenho nenhum conhecimento experimental sobre isto.
E no caminho regado a estórias de molecagens da parte dele, e estórias fictícias da minha parte fomos dando risadas pelo caminho, coisas como pique-porrada, cabeça de negro em privadas, atiradeiras, ovos voadores … coisas de moleque apareceram e foram cócegas intensas !!
Além destes momentos de nostalgia, momentos de trazer a tona a realidade 021 foram necessários, decisões do trânsito para escolher o nível de emoções que deseja para o trajeto, e se desejava um caminho com ou sem flashes.
Bem flashes, após algum tempo de conversa reparei que era uma referência suave a disparos
depois de muitas risadas, conversas agradáveis e referências a estórias do cotidiano recheadas de flashes desembarquei, pena que a dona R. esposa do Sr. M. tinha destruido o celular dele, seria ótima uma outra corrida agradável desta.

