sem palavras … lugar de ensinar religião é em casa e no templo, seja ele qual for ! digo não a intolerância religiosa, digo não a lobby para forçar esta ou aquela religião nas escolas ! religião na escola NÃO !!!
sem palavras … lugar de ensinar religião é em casa e no templo, seja ele qual for ! digo não a intolerância religiosa, digo não a lobby para forçar esta ou aquela religião nas escolas ! religião na escola NÃO !!!
O problema é que as pessoas não querem somente acreditar, querem que acreditem nas coisas do jeito delas. Injusto e danoso.
Paz mundial! E cada um na sua!
fora com este veneno do nosso meio !! fora !!
Bem, pela experiência que tive digo que depende. Existe como fazer que experiências assim deem certo. E que alunos possam tirar proveito dessas aulas para a vida. E digo mais, que estas aulas tenham um efeito contrário ao que você pensa e diminua as disputas entre as religiões.
Um exemplo foi na PUC onde tive algumas aulas ‘religiosas’. Eu que sou católico tive que fazer trabalho, entrevistando um pastor inclusive, sobre uma religião evangélica. Ainda tive que estudar um pouco sobre taoismo.
Outras pessoas da turma tiveram que fazer trabalhos ‘de campo’ de religiões que não a sua e, na turma, tentar colocar o ponto de vista de tal religião.
Pelo menos comigo, e para um grupo de amigos, foi uma experiência bem legal. E vi de perto um pouco mais do senso religioso, este sentimento que leva pessoas, de diferentes culturas buscarem um ‘Tú’, com ‘T’ maiúsculo. Coisa que teria mais dificuldade de perceber ou ver tão de perto dentro da minha Igreja ou casa onde todos são católicos.
Bem, vou estudar um pouco mais este caso específico para dar uma opinião um pouco mais formal. Mas pela esperiência que tive e vi, percebo que, dependendo de como for empregada, pode sim contribuir para o ecumenismo e tolerância gerando um efeito totalmente diferente do que você parece esperar.
Mas por hora digo que a paz entre as religiões não será conseguido simplesmente ficando cada um na sua, cada um na sua Igreja ou casa e ponto final. Isto sim acho que contribuiria para um individualismo das mesmas ainda maior. Mas sim aumentando o diálogo entre elas e, então percebendo aquilo que une todas: O vazio infinito no coração humano que espera um ‘Algo’ também infinito para preenche-lo.
Abraços!
acho fantástico a experiência que vc teve, mas posso citar meu exemplo, que ficou marcado na minha cabecinha, eu na quinta série estudando sobre a vida do papa, de onde ele veio, como cresceu etc etc…
concordo com vc que precisamos de cada vez mais diálogo, mas o legal é que ninguém sabe ao certo o que quer dizer diálogo, hehehe porque as disputas liturgicas vão se alastrando pelos diálogos, e o pior alguns confundem diálogo com mudanças, eu vejo diálogo como buscar formas de cooperação prática na demonstração de amor aos mais necessitados … (não que eu tenha feito algo a respeito)
mas minha maior preocupação é com a dominação do ensino religioso, ou seja quem tem poder hoje para fazer lobby o suficiente para empurrar goela abaixo um ensino religioso com o sabor X ?
existem teólogos de todo o tipo e sabor ! alguns não medem esforços para marcar uma posição, para forçar um modelo de pensamento, nem todos querem mentes livres !
bem é isto ae, posso estar exagerando, ou fazendo barulho antes do tempo, mas tem coisas que quando a gente sente o cheiro ruim, é melhor passar logo um sabão para não apodrecer.
abs